
Falta pouco para o início dos trabalhos da comissão, avaliam os participantes. Uma minuta para constituir o colegiado e a metodologia do trabalho deverão ser concluídas até o dia 12 de dezembro, data em que ficou prevista o lançamento da comissão – criada a pedido do sindicato. O Centro de Cultura e Memória do Jornalismo servirá como quartel-general para a pesquisa e os depoimentos que deverão ser colhidos ao longo do trabalho, que deverá durar cerca de um ano.
“É conhecida a ligação das empresas jornalísticas, a Globo em especial, com o regime militar. Esse é um dos pontos que deverá trazer revelações ainda inéditas sobre a vinculação dos patrões com a censura, e como esta se dava dentro das redações. A comissão pretende elucidar pontos ainda obscuros da história do jornalismo nacional”, afirma Paula Máiran, presidente do sindicato.