
Albeniza era determinada ao ponto de, aos 18 anos, procurar Roberto Marinho em busca de emprego na editoria de polícia do Globo, de acordo com relato no site da Associação Brasileira de Imprensa (ABI). O patrão teria achado a jovem franzina de um metro e meio de altura mais apropriada para a cobertura de ‘chás-dançantes ou desfiles de moda’, mas ela foi enfática em dizer que queria a vaga na Repol.
Albeniza ganhou prêmios importantes como o de Direitos Humanos da Sociedade Interamericana de Imprensa, em 1995, pela série de reportagens ‘A infância perdida’, e o Esso, em 1997, por ‘Infância a serviço do crime’. Ela deixa três filhos e quatro netos.