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Compreendemos que o ato reflete a barbárie recorrente nas operações policiais para com a população negra das comunidades de periferia, constantemente vítima da violênciapolicial de forma desmedida. O processo de criminalização da pobreza tem justificado os homicídios cometidos por policiais, que colocam-se no direito de matar homens, mulheres, jovens e crianças negros e negras, intitulados pela própria instituição policial como a “cor padrão”.
Esta operação tirou a vida de duas pessoas, cometeu atos com requintes de barbárie e desestruturou famílias. Por isso, exigimos punição exemplar para os envolvidos, revisão imediata das políticas públicas de segurança e combate ao racismo, medidas compensatórias financeiras, assistência e proteção à família da senhora Cláudia Silva Ferreira.
CEPPIR – Coordenadoria Especial de Promoção das Políticas da Igualdade Racial
SUPIR – Superintendência da Promoção da Igualdade Racial
CEDIM – Conselho Estadual dos Direitos da Mulher
CIR/OAB – Comissão da Igualdade Racial
AMAR- Associação de Mulheres Ação e Reação
COMDEDINE – Conselho Municipal de Defesa dos Direitos do Negro
COISA DE MULHER
MULHERES NEGRAS CONSTRUINDO VISIBILIDADE
MARKING- Movimento de Ação e Reflexão Martin Luther King
CENACORA – Comissão Ecumênica Nacional de Combate ao Racismo
CRIOLA
DIVINA SENZALA
CEDICUN – Centro de Estudos e Divulgação das Culturas Negras
ALIANÇA DE BATISTAS DO BRASIL
Adriana Batista
Miro Nunes
Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro