
A Rede Globo será questionada pela redução abrupta do salário de funcionários, por não permitir o horário obrigatório de descanso de uma hora nas jornadas de sete horas, por não oferecer local adequado para refeições, por permitir jornadas superiores a seis dias sem direito a folga e por adotar o banco de horas ‘negativo’, onde o jornalista começa o mês devendo 21 horas – que seriam relativas aos sábados não trabalhados. Essa mesa redonda foi marcada para o dia 23, às 9h, na sede da Superintendência do Trabalho e Emprego do Rio.
No mesmo dia, às 10h15, será a vez do jornal Lance! responder sobre o descumprimento de cláusulas da convenção coletiva, o não pagamento de adicional noturno, a contratação irregular de estagiários e por permitir jornadas superiores a seis dias seguidos sem direito a folga – o que é ilegal, de acordo com a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT).
A assessoria FSB participa de mesa redonda no dia 24, às 9h, sobre a precarização do trabalho, a contratação de jornalistas como autônomos ou empresas individuais e o desrespeito à jornada legal de cinco horas.