A sua participação na assembleia desta quinta (10/07) é fundamental para o avanço nas conquistas para a nossa categoria
Vamos discutir e deliberar sobre contraproposta enviada nesta semana pelas empresas de rádio e TV e de jornais e revistas
Compareça: nesta quinta-feira (10/07) às 12h30 no Colégio Divina Providência (Rua Lopes Quintas, 274, Jardim Botânico) e às 20h no auditório do Sindicato (Rua Evaristo da Veiga, 16/ 17º andar – Cinelândia).
A campanha salarial de 2014 chegou à reta final e a participação de todos é decisiva para garantirmos um acordo que garanta aumento real, piso salarial digno e melhores condições de trabalho e de segurança para a nossa categoria.
Após a última assembleia, realizada na semana passada, as empresas elevaram um pouco mais os valores das cláusulas econômicas apresentadas na proposta de acordo em negociação, como piso e auxílios-refeição e creche. Mas esses valores ainda se mantêm em patamares bem aquém daqueles que reivindicamos.
E as empresas insistem em negar aumento real, optando por aumentar o valor da participação nos resultados e lucros, valor que não se incorpora ao salário e que não é computado para fins de aposentadoria, licenças de saúde/ maternidade e outros benefícios.
Confira aqui o que os patrões oferecem neste momento:
Rádio e TV
Reajuste
5,26% pelo INPC de fevereiro, sem aumento real
Piso salarial (cinco horas de trabalho)
R$ 1.500 (rádio e TV)
R$ 1.350 (rádio)
PLR
Empresas com até 15 jornalistas
22% do salário mensal
R$ 554,81 a R$ 1.085,64
Empresas com 16 a 150 jornalistas
30% do salário mensal
R$ 910,15 a R$ 1.563,06
Empresas com mais de 150 jornalistas
40% do salário mensal
R$ 1.500 a R$ 6.000 + complementação exclusiva de R$ 1.000
Vales alimentação e refeição
R$ 390 mensais (reajuste de 50% sobre a proposta anterior, de R$ 260)
Auxílio-creche
R$ 350 (reajuste de 16% sobre a proposta anterior, de R$ 300)
Seguro de vida
Empresas com mais de 50 jornalistas:
R$ 10.148 por morte natural
R$ 20.296 por morte acidental ou invalidez com participação mensal de 5,64% do salário do empregado
Empresas com até 50 jornalistas:
R$ 20.296 por morte acidental ou invalidez com participação mensal de 3,90% do salário do empregado
Jornais e revistas
Reajuste
5,26% pelo INPC de fevereiro, sem aumento real
Piso salarial (cinco horas de trabalho)
R$ 1.450 (jornalistas com mais de um ano de empresa)
R$ 1.200 (trainees)
PLR
20% do salário mensal do jornalista, garantindo no mínimo R$ 480 e máximo de R$ 872, mais uma parcela adicional, e excepcional, de R$ 700
Seguro de vida
Empresas com até 100 jornalistas
R$ 10.684 por morte natural
R$ 21.368 morte acidental
Empresas com mais de 100 jornalistas
R$ 21.368 morte natural
R$ 42.736 morte acidental
Tíquetes alimentação e refeição
R$ 15,50 por dia trabalhado
Auxílio-creche
R$ 330 mensais para jornalistas com filho de até cinco anos de idade
Auxílio-funeral
R$ 4.410

