Foi adiado para o dia 17 de novembro o leilão do prédio da MultiRio, informou nesta segunda-feira (24/10) a Superintendência de Patrimônio da Prefeitura do Rio. O motivo da suspensão do pregão, marcado para esta terça-feira (25/10), teria sido exigências e esclarecimentos solicitados pelo Tribunal de Contas do Município (TCM) e pelo gabinete do vereador Reimont (PT), de acordo com o órgão – que se reuniu com representantes do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro, do Sindicato dos Radialistas do Estado do Rio de Janeiro, dos funcionários da MultiRio e com o vereador petista. A Prefeitura quer leiloar por R$ 36 milhões o prédio localizado no Largo dos Leões, Humaitá, que além da emissora abriga outros órgãos municipais.
No encontro, as Entidades cobraram da Prefeitura a apresentação de um cronograma para os funcionários da MultiRio, informando como se daria a mudança de sede, após a venda do prédio. A licitação prevê prazo de seis meses para a saída da emissora municipal do edifício, depois do leilão. Os sindicatos alertaram ainda para a importância de buscar-se um local adequado, já que as instalações da MultiRio são complexas e contam com equipamentos, estúdios e ilhas de edição.
A Prefeitura reconheceu ainda não ter definido aonde a MultiRio será realocada. Uma das alternativas apresentadas seria um terreno próximo ao prédio da Prefeitura do Rio, na Cidade Nova. A Superintendência de Patrimônio informou que uma comissão foi formada para avaliar os custos e deverá, em breve, apresentar um parecer aos funcionários.
O SJPMRJ acompanha o caso da emissora municipal e, junto com o Sindicato dos Radialistas do Estado do Rio de Janeiro, está dando encaminhamento em propostas para proteger os interesses dos funcionários da MultiRio.
