O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro lamenta a morte do jornalista, professor e advogado Carlos Chagas, nesta quarta-feira, aos 79 anos.
Professor emérito do curso de Comunicação da Universidade de Brasília (UnB), onde lecionou por 25 anos, Chagas também teve passagens pelas redações de ‘O Globo’, ‘Tv Manchete’ e ‘O Estado de S.Paulo”. Foi assessor de imprensa do então governador do Rio, Negrão Lima, e do presidente Costa e Silva.
Vencedor de prêmios de reportagem e integrante da Academia Brasileira de Letras (ABL), Chagas tem diversos livros publicados sobre questões políticas do Brasil, da ditadura à redemocratização. Sérgio Murilo de Andrade, ex-presidente da FENAJ, lembra que Carlos Chagas foi um grande defensor da obrigatoriedade do diploma para o exercício profissional do jornalismo.
“Carlos Chagas sempre foi absolutamente íntegro, tanto como pessoa quanto profissional. O Chaguinha tinha como maior virtude escrever e falar com absoluta clareza. Ele não deixava dúvidas! Como ser humano , era puro, limpo, elegante, bem humorado. Jamais levantou a voz. Um amigo adorável, um jornalista de imenso talento. Saudades”, disse Zevi Ghivelder, jornalista e ex-superintendente de jornalismo da extinta Rede Manchete e da Bloch Editores.
O Jornalismo brasileiro fica órfão de mais um grande profissional.
